quinta-feira, 16 de abril de 2009

Aos meus queridos amigos, com carinho:


Faz-se necessário dizer uma e ainda mil vezes: não há, no mundo, pessoas tão dignas de admiração tais como meus amigos. Que são, em suma, os grandes responsáveis por tudo aquilo que eu sou e, principalmente, por tudo aquilo que eu não sou.




sexta-feira, 10 de abril de 2009

Quem diria ?

Pensando bem, talvez eu não seja, nem de longe, o que um dia eu pensei que seria.
Explico-me: houve um tempo - e olha que não faz tanto tempo assim -, em que eu me descrevia como sendo um ser típicamente ocioso, uma pessoa que, somente quando não restassem mais desculpas, enfim resolveria trabalhar.


Há algum tempo atrás tão pouco me importava a escola, o futuro. Bom, talvez nesse ponto o trabalho seja essencial: despertar-nos para o mundo. Porque há se admitir: ninguém, em sã consciência, após um mês inteiro de trabalho intenso, ficaria feliz ao ver seu hollerith com um saldo disponível de 250R$. E é aí, e só apartir daí, que notamos o quão falta faz um diploma, uma qualificação melhor.


Houve um tempo em que, nem sequer em sonhos, ousei cojtar a possibilidade de me tornar um feliz e lucrativo proletário, tal como hoje sou!

Ah, o transporte coletivo!

Eu, assim como todo bom proletário, sou um amante incondicional dos Transportes Coletivos. Tampouco haveria como ser diferente, sendo que, desde mui criança, me vejo envolto em tal meio. E, para não vos faltar com verdade, das poucas recordações de infância que a minha já perturbada memória insiste em reter intacta, esta é a que com maior facilidade consigo acessar: o tão idolatrado BUSÃO!

Ah! O prazer de pegar uma lotação! O prazer de mal poder se mexer! Quanto de nós, caros leitores, acaso já passou por isso? (...) Hã? O quê? Apenas os meus mais íntimos amigos?! Não posso acreditar! Não sabem o que estão perdendo!

Vamos, caros companheiros da burguesia, não há o que temer! Hoje, ao invés do carro importado, prefira à um bom e velho busuca. Vocês vão gostar, acreditem. Adianto-lhes, ainda, que não há, no mundo, aventura igual. Nem mesmo a escalada do Everest é tão prazerosa.

sábado, 4 de abril de 2009

O eterno retorno do mesmo

Cá estou, novamente, numa tentativa de desta vez, quem sabe, conseguir manter esse Blog.
Digo "esse Blog", porque já perdi as contas dos tantos que eu já criei, para que, alguns dias depois, me cansasse e abandonasse-os.

Sempre fui uma pessoa chegada a experimentos, dos quais, quase sempre, sai frustrado. Mas talvez essa seja a verdadeira finalidade das experiencias terrestres: frustrar-se, para que assim, jámais se volte a experimentar coisas novas.
Alguns diriam que tenho o "dom" nato da perseverança. Aquele cara que mesmo em face as mais temerosas dificuldades, acaba por tirar, sabe se lá de onde, um pingo, um resquício de coragem, de vontade de seguir adiante, mesmo que isso, futuramente, possa lhe acarretar sérios problemas.

Enfim, espero, de todo o coração, que esse Blog dê certo!
E, se acaso isso não acontecer, prometo à mim mesmo: Não terei o menor receio de esquecê-lo, assim como fiz com todos os outros.


E tenho dito!