E ninguém jamais saberá o quanto ele a desejava.
Não importa o que ele diga, tampouco o que possa aparentar.
Para ele não há, nem nunca houve como demonstrar.
Ele só esperava que ela pudesse sentir;
Sentir a sua respiração ofegante; notar seus suspiros apaixonados e temerosos.
No fundo, ele só queria que ela tentasse, ao menos, entender que para ele as coisas não eram assim, de fato, tão simplórias.
Havia uma série de coisas.
Coisas, inclusive, que ele próprio desconhecia.
Sentimentos e sensações que sobre todas as coisas eram maiores do que a sua própria vontade.
Há que se considerar a possibilidade de que para ele não restassem mais alternativas; talvez não houvesse o que fazer.
Ele poderia, todavia, dividir esse peso com ela. E só com ela, ninguém mais.
As coisas deveriam ser assim. Ou simplesmente é o que se espera que aconteça.
isso me lembra algo
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