sexta-feira, 10 de abril de 2009

Ah, o transporte coletivo!

Eu, assim como todo bom proletário, sou um amante incondicional dos Transportes Coletivos. Tampouco haveria como ser diferente, sendo que, desde mui criança, me vejo envolto em tal meio. E, para não vos faltar com verdade, das poucas recordações de infância que a minha já perturbada memória insiste em reter intacta, esta é a que com maior facilidade consigo acessar: o tão idolatrado BUSÃO!

Ah! O prazer de pegar uma lotação! O prazer de mal poder se mexer! Quanto de nós, caros leitores, acaso já passou por isso? (...) Hã? O quê? Apenas os meus mais íntimos amigos?! Não posso acreditar! Não sabem o que estão perdendo!

Vamos, caros companheiros da burguesia, não há o que temer! Hoje, ao invés do carro importado, prefira à um bom e velho busuca. Vocês vão gostar, acreditem. Adianto-lhes, ainda, que não há, no mundo, aventura igual. Nem mesmo a escalada do Everest é tão prazerosa.

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