Meu corpo queima, sinto frio.
Meu corpo dói, tenho medo.
Nesse momento não há nada que fique fora de meus pensamentos. Tudo de indizivelmente pequeno vêm a mim, assim como uma tempestade, molhando, reformando, resgatando a vontade de viver, de mais uma vez ver o Sol se pôr, os pássaros cantarem, enfim...
De verdade, a vida é maravilhosa, mas será que só notamos isso quando estamos enfermos? Será que só a desejamos quando nossa vitalidade está ameaçada?
Talvez ninguém saiba o quanto considero a doença um fator determinante, um tipo de agente auxiliador, responsável pelo equilíbrio; pois, verdade seja dita, nos dias em que estamos doentes, de forma mais acerbada desejamos a vida.(...) Contudo, talvez eu seja seu maior amante! Alguém duvida?
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